Perguntas frequentes sobre o sim
Respostas curtas. Cada uma leva à página que aprofunda o assunto.
- O que é o sim?
O sim (também chamado de sim editor) é o Vim de nova geração: um editor de terminal escrito do zero em Rust que mantém a edição modal e as teclas básicas do Vim, e mostra o que normalmente fica oculto: caracteres invisíveis e bidirecionais, escritas feitas de fora do editor, mudanças em relação ao git HEAD e repositórios cuja configuração poderia executar um comando. O binário é
sim; o nome do pacote ésim-editor.- O sim é um fork do Vim?
Não. O sim não é um fork: é um novo Vim, escrito do zero em Rust, que mantém a edição modal e as teclas básicas do Vim (movimentos, operadores, objetos de texto, contadores,
., modo Visual,:se intervalos). Não é totalmente compatível com o Vim: não há Vim script, plugins nem arquivo de configuração, e até agora há um só registrador. Registradores e macros do Vim estão planejados.- Em que o sim difere do Neovim e do Helix?
Neovim e Helix são editores maduros, com clientes de servidor de linguagem, e o Neovim é estendido com plugins em Lua. O sim é menor e troca extensibilidade por um comportamento fixo: sem plugins, sem arquivos de configuração, sem modelines e com uma marca visível para o que está oculto. A página de comparação cita uma fonte primária para cada afirmação sobre os outros editores.
- O sim me protege de tudo?
Não. O sim não é um sandbox: ele roda com os seus privilégios. Ele mostra caracteres ocultos, não executa o código que arquivos e repositórios pedem que ele execute e não perde o seu texto. Ele não detecta letras parecidas de outros sistemas de escrita. As afirmações dele vêm da especificação e dos testes do próprio projeto, não de uma auditoria independente.
- O sim lê modelines ou a configuração do projeto?
Não. Configurações e comandos nunca são lidos do conteúdo de um arquivo, e não há arquivos de configuração nem plugins para carregar de um repositório. O sim memoriza apenas a sua escolha de aparência, de ícones e de visualização de Markdown.
- O sim tem suporte a servidores de linguagem?
Ainda não. Um cliente de servidor de linguagem cujo servidor roda em um sandbox está planejado. Hoje o sim tem realce de sintaxe, uma árvore de arquivos, busca aproximada de arquivos e busca de texto em tempo real.
- Como instalo o sim?
Instale via Homebrew; também dá para compilar do código-fonte. A compilação do código-fonte exige Rust 1.88 ou posterior. Os pacotes para AUR e crates.io chegam em breve.
- Quais plataformas e terminais o sim suporta?
Linux e macOS, em qualquer terminal. Cores, o protocolo de teclado do kitty e o OSC 52 são usados quando o terminal os oferece (Ghostty, kitty, WezTerm, tmux). Os ícones exigem uma Nerd Font e podem ser desligados com
zi.- O sim é rápido?
No benchmark do próprio projeto (build de release, um arquivo de 100 mil linhas, painel aberto, realce de sintaxe ligado), uma tecla leva menos de 1 ms no p99. Em um repositório com 100 mil arquivos, o primeiro quadro é desenhado em 1,8 a 8,7 ms, medidos, para um requisito de 20 ms. Os números vêm da especificação do projeto e de uma única máquina (um AMD Ryzen 9 9950X); na sua, serão diferentes.
- O sim funciona com japonês e outros textos CJK?
Sim. Caracteres largos ocupam duas colunas, a prosa quebra linhas segundo as regras kinsoku do japonês, os movimentos por palavra dividem o texto CJK onde a escrita muda e, com um IME ativo, as teclas de largura total funcionam como comandos.
- O sim envia dados para algum lugar?
O sim não abre conexões de rede por conta própria, e o git que ele inicia é configurado para não conseguir fazer fetch. Este site não define cookies e não carrega scripts nem fontes de terceiros.
- Qual é a licença?
O sim é licenciado sob MIT OR Apache-2.0, à sua escolha. O detentor dos direitos autorais é a EFG Technologies.
- De onde vem o nome?
sim significa “Secure vIM”: um Vim criado para ser seguro. Como “sim” sozinho é ambíguo em buscas, este site escreve “sim editor” ou “o Vim de nova geração” ao lado dele.